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Os mais pobres serão os mais atingidos pela PEC 287

Um dos pontos mais polêmicos da Reforma da Previdência, a fixação da idade mínima de 65 anos para se aposentar, tanto homens quanto mulheres, prejudica os trabalhadores que exercem atividades mais degradantes e de regiões mais pobres, onde a expectativa de vida é menor. 

Segundo reportagem do Jornal Extra, se a Reforma for aprovada, os homens dos estados do Maranhão e Alagoas,por exemplo, com expectativa de vida de 66 anos, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) só receberiam o benefício por um ano. Leia mais:https://goo.gl/Nd0r0R

O que fica subentendido nessa Reforma é que os trabalhadores mais pobres irão trabalhar até a morte e se precisarem de auxílio, também ficarão desamparados pela nova regra. Entenda:https://goo.gl/OJbuUY

 
 
 
 

Relator da PEC 287 recebe dinheiro de empresas que negociam planos de previdência privada

Qual a isenção de um relator da Reforma da Previdência que teve a campanha financiada por interessados em previdência privada?

O relator da PEC é Arthur Maia (PPS-BA), que teve sua campanha de 2014 abastecida com dinheiro de empresas como a Bradesco Vida e Previdência, Itaú Unibanco, Safra e Santander. Todas negociam planos de previdência privada. 

Fila do ponto após a PEC 287

Se a Reforma da Previdência for aprovada, a idade mínima para se aposentar será 65 anos, com pelo menos 25 de contribuição. 
Para ter direito à aposentadoria por tempo integral, será preciso contribuir por 49 anos, quase meio século trabalhando. 

Diga não à PEC 287/2016.

 
 
 
 

Governo tenta desmobilizar população com argumento de que só os “privilegiados” serão penalizados

A afirmação do presidente Michel Temer é mentirosa. 
O alongamento do tempo de contribuição, o aumento da idade mínima para aposentadoria, a carência mínima de 70 anos de idade para benefício assistencial (direcionada à população mais vulnerável) são exemplos de como essa reforma penaliza todos os brasileiros. 

Diga não a Reforma da Previdência. Lute pela verdade!

 

 

Mandado de segurança impetrado pelo deputado Arnaldo Faria de Sá (SP), juntamente com o movimento Pela Verdade na Previdência, recorre ao STF para pedir suspensão da tramitação da Reforma da Previdência

Segundo o documento, a PEC 287 propõe que ações previdenciárias devidas a acidentes de trabalho deixem de ser processadas na Justiça estadual e passem para a Federal, o que resultaria em mais gastos com a criação de novas varas federais e a abertura de novos concursos públicos para magistrados e servidores, por exemplo. A contradição é que a emenda do Teto dos Gastos, de autoria do governo, proíbe a tramitação de matérias que resultem em aumento de despesas.

A ministra Rosa Weber é a relatora do caso e espera-se que emita seu parecer nos próximos dias.

 

Por uma Previdência Social justa e ética

OAB, CNBB E COFECON divulgam nota defendendo debate sobre as reformas em curso.
Em reunião nesta quarta-feira (19), as entidades elaboraram uma nota defendendo um debate claro e transparente sobre a Previdência pública.